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O BEM DE TODAS AS COISAS

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27 Set 2020

O BEM DE TODAS AS COISAS

Dr. William Soto Santiago

Domingo, 24 de janeiro de 1988

Colômbia

Muito boa noite, amados amigos e irmãos presentes. É um privilégio muito grande para mim, estar com vocês nesta noite; e de manhã estávamos lá em Pasto. E, conscientes de que vocês estariam reunidos nesta noite com nosso irmão Bermúdez, decidimos estar aqui com vocês. Não havia lugar em uma das linhas aéreas, e conseguiram outra linha aérea para tornar possível estar com vocês esta noite.

E nesta noite, pois, estive escutando que nosso irmão Bermúdez esteve lhes falando pela manhã (e não sei se esta noite também) sobre Romanos, capítulo 8, do versículo 28 em diante, que diz (foi pela manhã):

“E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.

Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.

E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou.

Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?”

O tema foi: “TUDO COOPERA PARA O BEM DOS QUE AMAM A DEUS”.

E nesta noite então será:

“O BEM DE TODAS AS COISAS.”

Esta foi a única coisa que Bermúdez me deixou aí. Parece-me que trouxe a caderneta. Porém, encontrei algo que anotar; algumas coisinhas...

“O BEM DE TODAS AS COISAS.”

Se tudo coopera para o bem, qual então é o bem dessas coisas que ocasionam – algumas coisas que, de momento, a pessoa as vê e diz que é um problema em algumas ocasiões? Porém, sempre na vida dos escolhidos – na vida dos escolhidos sempre todas as coisas ajudam para o bem.

E desde o Jardim do Éden, quando Deus colocou a Seu primeiro filho (Adão), sabia que teria problemas. De outra forma, você não poderia crer que Deus é Onisciente e que Deus é Onipresente e que Deus é Onipotente; porque se Ele não soubesse que Seu primeiro filho (Adão) teria problemas, não seria tão sábio como pensávamos que Ele fosse. Ele sabia quais seriam os problemas de Adão e de Eva; mas no Programa Divino todas as coisas ajudam para o bem, e dão lugar a que certos planos divinos que Ele, em muitas ocasiões, tem em segredo, se realizem.

Deus tem inúmeros atributos, mas para esses atributos se manifestarem tem que haver um motivo; porque Deus não vai manifestar os atributos sem necessidade de manifesta-los. Porque, o que faria um atributo divino manifestado sem que haja necessidade da manifestação desse atributo? Como poderíamos pensar também em nosso tempo: de que serve que haja tal ou qual coisa, se não é necessária? Não serve de nada.

Os atributos divinos têm que se manifestar. E sempre que você tenha visto os atributos divinos se manifestando, antes você viu que algo ocorreu que, de momento, você viu como um problema; mas depois você viu a Deus lidando com esse problema aparente para obter benefício para Seu Programa Divino; para que Seus filhos se beneficiem.

Temos a morte do Senhor Jesus Cristo: o povo hebreu esperava um Messias poderoso, e veio um Messias poderoso; mas não O encontraram tão poderoso como eles esperavam. Encontraram-no singelo e humilde. Mas era poderoso em palavras e em atos, realizando tudo o que estava assinalado na Escritura para o Messias cumprir.

Ele não tinha que fazer outra coisa. O povo hebreu esperava que fizesse inúmeras coisas que eles desejavam, mas Ele sempre dizia: “Eu não faço nada de mim mesmo (e tampouco o fazia pela vontade das pessoas daquele tempo), senão que, eu faço o que agrada ao Pai. O que vejo o Pai fazer, isso é o que eu falo. E como o Pai me mostra, assim eu opero. O Pai opera e eu opero. E as palavras que Ele me dá, eu as dou a vocês.”

Por isso Jesus podia orar, naquela ocasião: “Pai, a Palavra que me deste, lhes dei; e eles a receberam. Santifica-os na verdade; Tua Palavra é a verdade.”

A única verdade é a Palavra. “Seja todo homem mentiroso, mas Deus verdadeiro.” [Romanos 3:4 ] “Os céus e a terra passarão (disse Jesus), mas minha palavra não passará... ...senão que, fará aquilo para o qual Deus a enviou (disse o profeta Isaías).”

A Palavra de Deus vem com um propósito: anuncia o Programa que Deus vai realizar. E depois, essa mesma Palavra se materializa no cumprimento desse Programa Divino.

Agora, vimos os problemas lá do Gênesis (de Adão e Eva); vimos também através da história bíblica do Velho e do Novo Testamento, que os filhos de Deus tiveram tantos problemas que, em seu tempo (no tempo de cada um deles), certamente pensavam que esses não eram os filhos de Deus; mas eram sim os filhos de Deus; e todas as coisas estavam cooperando para o bem.

A queda no Jardim do Éden deu lugar a que os atributos divinos de Salvador e Curador se manifestassem; se manifestassem no tempo assinalado por Deus. E o Amor Divino fosse manifestado a tal grau que, mesmo com os problemas do primeiro casal, Deus ainda continuava amando a Seu filho Adão e a Sua filha Eva. O primeiro casal começou sua vida aqui e lhe vieram problemas; por isso você e eu não podemos nos queixar de que tenhamos um probleminha por aqui e outro por ali.

Através da história bíblica, houve pessoas (filhos de Deus) que tiveram problemas maiores que os que você e eu temos em nosso tempo. Porém, seus problemas não os fizeram retroceder naquilo que eles criam quanto ao Programa de Deus para seu tempo. Pelo contrário, os problemas fizeram somente uma coisa: firmá-los no Programa Divino; porque eles davam testemunho de que eram filhos de Deus; ainda com os problemas que eles tinham, seguiam, continuavam crendo no que eles criam.

Existem pessoas que quando têm algum problema, desanimam-se e se detêm quanto ao que pensam (ao que creem), porque não estão seguras daquilo que creem.

É necessário que cada filho de Deus em seu tempo, em sua Era, em sua Dispensação, conheça o Programa Divino correspondente a seu tempo, e esteja firme nesse Programa; e não importa os problemas que venham à sua Era, à sua Dispensação, a seu país, ao grupo com o qual se reúne ou à sua família, ou à pessoa como indivíduo; está chamado a seguir em frente, olhando a meta divina.

Tudo cooperará para o bem. Em cada etapa há um bem, um benefício que obtemos quando passamos pelas diferentes etapas, provas e problemas de nossa vida. E a meta principal, e o bem de todas as coisas, é: a imagem e semelhança do Senhor Jesus Cristo que haveremos de receber.

Uma pessoa não pode dizer que crê, a menos que esteja no Programa Divino para o tempo em que vive e passe pelas diferentes etapas que tem que passar e chegue à meta divina. Chegar à meta divina – à transformação de nossos corpos, e obter a imagem e semelhança do Senhor Jesus Cristo, a qual Adão perdeu no Jardim do Éden – será o testemunho maior de que éramos os verdadeiros crentes de nosso tempo.

Todas as coisas estarão cooperando para o bem. Estaremos sendo provados, porque nossa fé tem que ser provada. E não somente isso: à medida que passamos pelas diferentes etapas vamos crescendo, amadurecendo e vamos sendo crentes maduros cada dia mais e mais, e nada poderá nos separar do Amor de Deus que é em Cristo Jesus, nosso Senhor.

Assim cada crente deve estar: nada deve ser motivo para tropeçar, senão, para continuar adiante com mais alegria, mais gozo, e estar mais firme a cada dia naquilo que tem crido; porque o Programa de Deus continua sempre em frente; e cada crente continua sempre em frente no Programa Divino; e segue crescendo em conhecimento divino; segue crescendo no conhecimento dos mistérios de Deus para o tempo em que nós vivemos; isso vai conosco.

Os crentes de outros tempos estavam chamados a crescer no conhecimento do Programa Divino para aquele tempo em que eles viveram. No tempo de Noé houve muitas religiões – em todos os tempos houve muitas religiões; em nosso tempo também; no tempo de Jesus também.

No tempo de Noé era necessário ter o conhecimento do Programa Divino para aquele tempo; o conhecimento que somente estava em Noé, porque Noé havia recebido da parte de Deus esse conhecimento por revelação divina, quando Deus lhe falou. Porque Noé encontrou – achou graça diante de Deus – achou graça para Deus lhe comunicar Seu Programa e dar-lhe a conhecer o ciclo divino do juízo divino ao qual aquela geração tinha chegado; e também lhe deu a conhecer a forma de evitar o juízo divino sobre ele.

Porque não importa – não importava que o juízo divino estivesse assinalado para aquele tempo, Noé tinha a oportunidade de escapar desse juízo divino. Deus lhe mostrou a forma de escapar.

Noé esteve anunciando o juízo divino para aquela geração; mas as pessoas, as religiões e todos os que dizem crer em Deus (em sua maioria) sempre têm pensado que Deus é um Deus tão amoroso que não vai destruir a humanidade. Essa é a ideia religiosa dos seres humanos. Porém, essa não é a forma divina. Para tudo há um tempo. A Escritura diz que há tempo para amar e há tempo para aborrecer; para atuar nessa forma. Numa ocasião, Deus disse: “A Jacó amei...”, mas também disse: “...e a Esaú aborreci”.

E, quanto às gerações, quanto à raça humana, há tempo para ver a manifestação do Amor Divino sobre a raça humana, porém, também há tempo para ver o juízo divino sobre a raça humana. No tempo de Noé estava concluindo a misericórdia e estava começando o ciclo divino do juízo; disto a raça humana pouco tem entendido.

No tempo de Noé, o Senhor Jesus Cristo diz: “Como foi nos dias de Noé, assim será a Vinda do Filho do Homem; assim será o dia em que o Filho do Homem se manifestará. Como nos dias de Noé, que não conheceram...” O que não conheceram? O Programa Divino correspondente àquele tempo, o qual o Profeta Noé estava dando a conhecer.

Não o estavam dando a conhecer as religiões daquele tempo, nem os governos, para alertarem aos seres humanos; senão, um homem, um camponês. E estava construindo uma arca, porque dizia: “Aí entrarei com a minha família, e evitarei o juízo divino que há de vir; evitarei todas estas coisas que hão de vir à Terra.”

Houve uma forma de escapar daquelas coisas, daqueles juízos que viriam sobre a Terra. Porém, o restante das pessoas não compreendia, não compreendeu, não pôde crer no que Noé estava dizendo; parecia uma loucura. Mas o louco de Deus é mais sábio que o sábio e os sábios desta Terra. Porque os sábios falam de acordo a seu conhecimento intelectual, porém, Deus fala de acordo a Seu Programa. E Seu Programa sempre segue em frente – creiam ou não creiam. Os que creem se beneficiam; os que não creem perdem os direitos a todas as bênçãos que há nesse Programa Divino e recebem os juízos divinos estabelecidos nesse Programa.

Agora, no tempo de Noé, diz Jesus: “Não conheceram.” Não conheceram o que Noé estava proclamando, não conheceram o ciclo divino ao qual tinham chegado, não conheceram a Mensagem de Noé, e não conheceram que Noé era o Profeta de Deus; não conheceram esse programa com a arca de Noé, e o dilúvio veio e levou a todos; não conheceram até que veio o dilúvio e levou a todos.

Por não conhecerem o juízo do dilúvio, destruiu-os. Vieram conhecer um pouquinho, saber que o que Noé estava dizendo era verdade, quando já tinham a água no pescoço; um pouquinho antes da água chegar até onde já não podiam respirar. Podiam dizer: “Verdadeiramente tens razão, Noé! Noé! Abra a porta da arca!” Mas Deus havia fechado a porta.

Ele abre e ninguém fecha, porém, Ele fecha e ninguém abre. Quando Deus tem uma porta aberta para que as pessoas escapem do juízo divino, não podem perder essa oportunidade: têm que entrar por essa porta antes que Deus a feche. Porque depois que Deus a feche, não há quem possa abrir essa porta.

As pessoas podiam dizer: “Agora cremos em tua Mensagem, Noé!” Porque eram pessoas que podiam dizer que criam pelo que estavam vendo. Já era tarde demais para serem crentes na Mensagem de Noé.

Há muitas pessoas que dizem: “Se eu não vejo, eu não creio!” Têm a mesma classe de fé dos pré-diluvianos. E quando virem, então hão de crer. Quando virem o juízo divino da grande tribulação, poderão crer o que lhes foi anunciado que viria. Porém, o verdadeiro crente de Deus crê a Palavra de Deus; o que é de Deus ouve a Palavra de Deus. “Minhas ovelhas ouvem minha voz e me seguem.”

Os juízos divinos assinalados para o tempo final hão de vir, porque chegamos ao ciclo divino, ao ciclo do juízo; e por essa causa, a Mensagem que corresponde ao tempo final tem assinalado para o reino dos gentios o juízo divino que há de vir na grande tribulação; assim como no tempo de Noé e no tempo de Jesus – na Mensagem de Noé e na Mensagem de Jesus havia uma parte de juízo divino. Na Mensagem de Jesus, por exemplo, Ele anunciou juízo divino a Jerusalém, dizendo: “Porquanto não conheceste o dia de tua visitação, exércitos de cercarão e te derribarão por terra; e não ficará pedra sobre pedra que não seja destruída.” Por quê? “Porque não conheceste o tempo de tua visitação.” O tempo da visitação divina em carne humana em Jesus de Nazaré, não o conheceu. E por essa causa o juízo divino tinha que vir sobre Jerusalém, e o templo tinha que ser destruído.

Sempre que rejeitam a Mensagem de amor, de misericórdia e de paz, logo vem o juízo divino.

Agora, Jesus conhecendo esse Programa Divino, sentiu-se muito triste, olhando para Jerusalém, a Cidade de Paz, a Cidade do Rei, a Cidade do Trono de Davi; e chorou sobre Jerusalém.

Assim acontece em muitas ocasiões, quando se vê que uma pessoa ou um grupo de pessoas ou uma nação rejeita o Programa Divino para o tempo em que estão vivendo; porque ao rejeitar o amor e misericórdia de Deus, a Mensagem de Deus para esse tempo, depois não há misericórdia, senão: juízo divino. Mas para os verdadeiros crentes, as bênçãos prometidas neste Programa lhes sobrevêm; cada uma em seu devido tempo.

E os problemas que os verdadeiros crentes tiveram, então ajudaram para o bem; para firmar sua fé na Palavra de Deus, para entenderem melhor o Programa Divino para esse tempo, e para darem testemunho de que são verdadeiramente crentes no Programa Divino; não importa que chova, troveje ou vente (como dizemos).

O bem de todas as coisas para os filhos de Deus é a meta de Deus com Seus filhos. Ele quer o bem de Seus filhos. E em muitas ocasiões passamos por diferentes etapas e diferentes problemas, mas Deus não nos abandona. Ele converte tudo isso em algo benéfico para Seus filhos.

Para nós todas as coisas cooperarão para o bem, e encontraremos e receberemos o bem de todas as coisas. E, como a meta principal de Deus (e a nossa), o bem maior de todas as coisas, será a transformação de nossos corpos, o bem maior de todas as coisas será a imagem e semelhança do Senhor Jesus Cristo, que você e eu haveremos de ter; essa será a bênção maior, esse será o bem maior de todas as coisas.

Por isso não é de comparar o que sofremos nesta Terra, com as glórias vindouras que cada um de nós há de ter; e assim recebemos o bem de todas as coisas.

“Aos que dantes conheceu (antes da fundação do mundo), também os predestinou.”

Não estamos aqui por mera casualidade, senão que, estamos vivendo aqui na Terra porque fomos predestinados desde antes da fundação do mundo para vivermos neste século 20, e para ter parte no Programa Divino correspondente a este tempo.

Fomos predestinados. Fomos predestinados para sermos à imagem e semelhança do Senhor Jesus Cristo. Fomos predestinados para sermos chamados no tempo final com Grande Voz de Trombeta na Vinda do Filho do Homem com Seus Anjos; para isso fomos predestinados. Por isso não obrigamos a nenhuma pessoa a crer; porque os que hão de crer foram predestinados para serem chamados com Grande Voz de Trombeta, responder a esse chamado, serem juntados, e ver as grandes promessas divinas da Segunda Vinda do Filho do Homem com Seus Anjos, chamando e juntando com Grande Voz de Trombeta a todos os escolhidos.

Todas as coisas ajudarão para o bem, para que os escolhidos escutem essa Grande Voz de Trombeta, vejam a Segunda Vinda do Filho do Homem, e depois sejam transformados (os que estão vivos).

Esse é o bem de todas as coisas. E por isso em nosso tempo não olhamos a vida desde um ponto de vista negativo, senão, olhando a vida desde o ponto de vista positivo, seguimos em frente, olhando o prêmio da soberana vocação; olhando o que haveremos de receber ao permanecermos no Programa Divino. Porque quem põe a mão no arado, e olha para trás, não é digno, não é apto para o Reino. Mas o que põe sua mão no arado, e continua sempre em frente, é apto para o Reino de Deus, porque é um verdadeiro crente no Programa Divino.

Nós estamos vivendo no tempo mais importante de todos os tempos; e nós continuamos sempre em frente, olhando a vida desde o ponto de vista positivo sempre. E continuamos sempre em frente e não desfalecemos. Sempre em pé! Em pé conforme ao Programa Divino, em pé na Era que nos tocou viver, em pé na terceira Dispensação que nos tocou viver por predestinação divina, conscientes de que fomos predestinados.

E o Senhor Jesus Cristo disse, falando de Suas ovelhas: “Ninguém as arrebata da minha mão.” Estamos seguros em Deus; estamos seguros em Seu Programa. Seguros em Seu Programa, então continuamos em Seu Programa.

E neste tempo, como os discípulos há dois mil anos atrás, permanecemos em pé diante do Filho do Homem, olhando a vida desde o ponto de vista positivo; olhando o bem de todas as coisas.

Há pessoas que somente olham o mal, olham os problemas, olham desde o ponto de vista negativo; mas nós estamos chamados a olhar o bem de todas as coisas; porque tudo coopera para o bem.

Nada deve desanimar a um filho de Deus, nada deve desanimar à Era que nos toca viver; nada pode desanimar as pessoas da terceira Dispensação, porque têm o conhecimento das duas Dispensações anteriores; e, com esse conhecimento, têm maturidade espiritual para compreender que todas as coisas cooperam para o bem.

“O BEM DE TODAS AS COISAS.”

Em breve haveremos de passar do mortal ao imortal, do temporário ao eterno, do terreno ao celestial; passaremos a esta etapa muito em breve.

O que antecede à transformação de nossos corpos e à ressurreição dos mortos é nada menos que a Trombeta Final; essa Grande Voz de Trombeta que nos chama neste tempo, nos junta e nos dá a fé para a transformação de nossos corpos e a ressurreição dos mortos: a Fé para o Rapto. E quando já estejamos transformados, acabaram-se todos os problemas.

Quem quer que se acabem todos os problemas não pode se desanimar, não pode retroceder, não pode voltar atrás; porque quem volta atrás tem mais problemas; e de nada lhe serviu conhecer algo do Programa de Deus. Quem quer que seus problemas se acabem, sempre segue em frente, até chegar à transformação de seu corpo; e aí se acabaram todos os problemas.

Estamos no caminho para a solução de nossos problemas. Não desejamos nos deter, senão, continuar em frente. Algum dia os problemas terminarão. E sabem quando será esse dia? Hoje! Nosso dia. Quando lhes digo “hoje”, não quer dizer hoje, no domingo literal, mas “hoje”, no domingo espiritual: a Era Eterna, a Era da Pedra Angular, representada no dia de domingo e no dia ou ano do jubileu, ou oitavo ano, no qual também está representado o dia de domingo. Como o Senhor também ressuscitou no dia de domingo, os mortos ressuscitarão no domingo espiritual. E nós estamos vivendo no Dia da Ressurreição. Não me refiro a um dia literal, mas a um dia espiritual – ao oitavo dia, a oitava Era: a Era eterna da Pedra Angular.

Por isso em outras Eras não ocorreu a ressurreição dos mortos em Cristo e a transformação dos vivos; porque em outras Eras não tinham essa promessa, pois não estavam representados no dia de domingo. Mas nós estamos vivendo no dia de domingo da Grande Voz de Trombeta, o dia de domingo do chamado dos escolhidos, o dia de domingo da ressurreição dos mortos e transformação dos vivos; um domingo espiritual.

Estamos vivendo no dia do bem de todas as coisas. E nós queremos receber todo o bem divino que há para este tempo.

Não deixaremos nosso dia, nossa Era, nossa Dispensação; porque somente nosso dia, nossa Era e nossa Dispensação têm as grandes promessas divinas do tempo final: da ressurreição dos mortos, da transformação dos vivos, da Grande Voz de Trombeta, do recolhimento dos escolhidos, da Trombeta do Ano do Jubileu, do chamado de cento e quarenta e quatro mil hebreus, da Vinda do Filho do Homem com Seus Anjos. Todas estas grandes promessas pertencem ao nosso dia, nosso tempo, nossa Era, nossa Dispensação. Este é o bem de todas as coisas que nós queremos receber.

E já começamos a receber o bem de todas as coisas, e continuaremos recebendo o bem de todas as coisas; o bem divino que Ele tem para Seus filhos.

“O BEM DE TODAS AS COISAS.”

Deus lhes abençoe! Deus lhes guarde! Muito obrigado por vossa amável atenção. E que todos passem muito boa noite. E até o próximo domingo, se Deus quiser.

“O BEM DE TODAS AS COISAS.”

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Última Modificação: domingo 27 setembro 2020 12:08
william soto william soto santiago

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